Eu, Josefa Maria nasci no interior do município de João Alfredo, filha de agricultores que conheceram pouco a escrita e a leitura.
Fui alfabetizada com 7 anos de idade, em um grupo escolar com uma única sala para os três horários (manhã, tarde e noite), as bancas eram daquelas que se sentavam 3 alunos ou 4 se assim fosse preciso. "Grupo Escolar 10 de Novembro", esse era o nome da escola. Minhas séries iniciais eram sempre motivadas pelo bom desempenho das professoras. Adorava ver as gravuras que uma das professoras trazia. Ela mostrava a figura e mandava a gente escrever a palavra. Em casa eu saía procurando pela vizinhança revistas para recortar as figuras e brincar de "escola". Na sala de aula havia uma estante com muitos livrinhos de histórias e a professora nos emprestava para lermos. Toda a semana se repetia esse processo e sempre havia a troca de livros entre os colegas, pois cada um que fizesse o comentário sobre a leitura do livro estudado. Mensalmente havia uma tarde festiva no palco da escola para apresentações de textos dramatizados, recitações de poesias e datas comemorativas, etc. O empenho nessas leituras diversificadas contribuía bastante no rendimento da leitura e da escrita, pois ela mandava sempre reescrever o texto.
O tempo avançou e com ele cresci nas séries vindouras. Lembro-me do Industrial, do Estadual, e do Cônego Fernando Passos. Professores maravilhosos deixaram suas marcas em meu coração, todos com seu heroísmo e brilhantismo na preparação de ensinamentos para uma vida de educadora que abracei. Fiz minha graduação na Faculdade de Formação de Professores de Nazaré da Mata, na área de letras e a especialização na FAINTVISA em Vitória de Santo Antão.
Professora há 23 anos em regência de classe com seus altos e baixos momentos diante das circunstâncias que a vida nos oferece, mas procuro sempre dar melhor de mim no que se diz a aprendizagem do aluno.
Fui alfabetizada com 7 anos de idade, em um grupo escolar com uma única sala para os três horários (manhã, tarde e noite), as bancas eram daquelas que se sentavam 3 alunos ou 4 se assim fosse preciso. "Grupo Escolar 10 de Novembro", esse era o nome da escola. Minhas séries iniciais eram sempre motivadas pelo bom desempenho das professoras. Adorava ver as gravuras que uma das professoras trazia. Ela mostrava a figura e mandava a gente escrever a palavra. Em casa eu saía procurando pela vizinhança revistas para recortar as figuras e brincar de "escola". Na sala de aula havia uma estante com muitos livrinhos de histórias e a professora nos emprestava para lermos. Toda a semana se repetia esse processo e sempre havia a troca de livros entre os colegas, pois cada um que fizesse o comentário sobre a leitura do livro estudado. Mensalmente havia uma tarde festiva no palco da escola para apresentações de textos dramatizados, recitações de poesias e datas comemorativas, etc. O empenho nessas leituras diversificadas contribuía bastante no rendimento da leitura e da escrita, pois ela mandava sempre reescrever o texto.
O tempo avançou e com ele cresci nas séries vindouras. Lembro-me do Industrial, do Estadual, e do Cônego Fernando Passos. Professores maravilhosos deixaram suas marcas em meu coração, todos com seu heroísmo e brilhantismo na preparação de ensinamentos para uma vida de educadora que abracei. Fiz minha graduação na Faculdade de Formação de Professores de Nazaré da Mata, na área de letras e a especialização na FAINTVISA em Vitória de Santo Antão.
Professora há 23 anos em regência de classe com seus altos e baixos momentos diante das circunstâncias que a vida nos oferece, mas procuro sempre dar melhor de mim no que se diz a aprendizagem do aluno.
É isso aí, Lu!!!
ResponderExcluirParabéns pelo memorial.
Belíssima história de vida.
Beijossssssssssssssss
Obrigada Gabi, você foi um dez me dando ajuda e apoio.
ResponderExcluirPessoas maravilhosas como você passam na nossa vida deixando o brilho de sua marca.
Boa Sorte sempre...
Um beijo no seu coração!!!
Agora, Lu!
ResponderExcluirVocê foi suscinta e clara.
Como você valoriza seus professores.
Parabéns!